Sábado, Janeiro 28, 2012
Mistério vira arma no Re-Pa
O Liberal - 28/01/2012

O último treino coletivo que seria realizado no Mangueirão, ontem, acabou reprogramado em cima da hora para o campo do Ceju (Centro da Juventude) - que fica bem ao lado do estádio. Como era esperado, o técnico
Sinomar Naves não revelou para a imprensa a equipe titular do clássico de amanhã no Estádio Olímpico.
Antes de as atividades começarem, logo no início da manhã, o reflexo do bom momento remista era evidenciado mais uma vez nas brincadeiras do grupo. Com direito a "chulipa" e "pescoção" em quem perdia a bola na brincadeira de "bobo",
Magnum e outros reservas se divertiam num clima descontraído, em imagem que resume bem o dia-a-dia do clube. No mesmo momento, Naves reunia os titulares no centro do gramado para uma conversa franca com seus comandados. Era o momento de falar sério.
Por 20 minutos, deu instruções para os atletas, que terão o primeiro teste de fogo na temporada 2012. O treinador sabe que uma derrota no Re-Pa pode, a exemplo de 2010, quando foi demitido depois de um clássico, atrapalhar seu trabalho, que está em fase de construção, e no momento colhendo bons frutos - é o líder da competição.
Com a bola rolando, a surpresa foi a entrada do lateral-esquerdo
Alex Ruan na equipe. Pela lógica, o jogador estaria descartado para a vaga do suspenso
Panda, pois sequer vinha sendo utilizado no banco de reservas. Estratégia para despistar os bicolores? Sinomar não revela nem de pés juntos. Calejado em disputas desse tipo, o técnico bicampeão paraense - ganhou em 2005 (Paysandu) e 2011 (Independente) - resume apenas que "o grupo tem qualidade, todos podem jogar", deixando um grande ponto de interrogação na cabeça dos repórteres e torcedores presentes. No coletivo, que teve dois tempos de 30 minutos cada,
Sinomar Naves gritava com os comandados, parava jogadas a toda hora e ficava atento com os cinegrafistas de TV - deu ordens expressas para não gravarem as cobranças de bola parada, o grande trunfo do time no Parazão até aqui.
Na segunda etapa, recuou
Aldivan e botou
Magnum no lugar de
Alex Ruan, promovendo ainda a entrada de
Joãozinho no lugar de
Rodrigo Ayres. O meia
Cassiano entrou no finalzinho, no lugar de
Marciano. Ao final da atividade, que contou com a vitória por 3 a 2 dos titulares, Naves aparentava um semblante satisfeito com o que havia acabado de ver - empenho dos jogadores e vários cruzamentos precisos de
Pedro Balu, nos "chuveirinhos" na área.
"Estamos prontos para o clássico. Já tenho o time pronto na cabeça, mas eu só o revelo na hora da partida, pro outro lado ficar com dúvidas", disse o treinador. Pela analise de coletivo, jogos e treinos da semana, o Remo deverá entrar amanhã com: Jamilton; Pedro Balu, Diego Barros, Juan Sosa e Alex Ruan; Felipe Baiano, Adenísio, Betinho e Aldivan; Rodrigo Ayres e Marciano. Serão estes os responsáveis para que a boa fase do Leão Azul perdure por mais algumas rodadas. Caso contrário, a crise pode voltar a rondar no Baenão -
Sinomar Naves que o diga.
Sinomar é só mistério
Diário do Pará - 28/01/2012

Foram quase duas horas de coletivo. Muitas mexidas, testes e cinco bolas na rede. Mas as paredes têm ouvidos. Por isso, quando o inimigo se trata do vizinho da Almirante Barroso, é melhor ser precavido. Com tantas opções para armar o time, o técnico do Clube do Remo,
Sinomar Naves, preferiu esconder o jogo. No coletivo de ontem (27/01) de manhã no Centro da Juventude (CEJU), a novidade de Sinomar foi iniciar o treino com o garoto
Alex Ruan, na ponta esquerda, entre os titulares. No decorrer do tempo, trocou Alex por
Aldivan.
Quando
Aldivan foi deslocado do meio para a lateral, pôs
Magnum em seu lugar. No ataque,
Rodrigo Ayres foi substituído por
Joãozinho. "São opções que temos, sim. Internamente, aqui, já temos o time na cabeça e deixamos a dúvida para o adversário", afirma Naves.
O atacante
Marciano, ao que parece, ganhou a preferência: foi único que se manteve durante todo o treino, mas nem ele o treinador confirma. "
Rodrigo Ayres,
Joãozinho e
Marciano, são três jogadores disputando duas vagas no ataque", garante Sinomar.
Mesmo sem a palavra final do treinador, o artilheiro do Remo no certame, com dois gols, planeja balançar as redes do rival. "Estamos em uma crescente, mostrando que o time tá bem. Então, não podemos deixar de aproveitar a oportunidade de fazer gol em clássico", afirma
Marciano. Com quatro clássicos no currículo, o atacante sabe da importância de marcar contra o Paysandu. "O jogador que faz gol em clássico ganha maior consideração com o torcedor. Espero que Deus me abençoe domingo", deseja. A torcida do Leão agradece.
Alto astral é o trunfo azulino
O Liberal - 28/01/2012

Que o ambiente remista, desde o retorno de
Sinomar Naves, em agosto do ano passado, anda bom, não é novidade para as pessoas que acompanham o dia a dia do clube. O que não é novidade também é que um clássico pode botar tudo a perder.
Temendo uma possível estremecida na relação boa do grupo, refletida nos resultados conseguidos dentro de campo - três vitórias e um empate, sendo o líder do Parazão -, Naves e seus comandados trabalharam duro durante a semana para que o clube, além de passar por cima do maior rival, consiga vencer, após quatro anos, um turno do Parazão, já visando à classificação na Série D.
O atacante
Marciano é um dos que mais pensam adiante, no restante da temporada. Mesmo tendo feito uma boa temporada em 2010, com 17 gols marcados, o atacante ainda se sente em dívida com a torcida, por ainda não possuir títulos com a centenária camisa azulina. "Temos que vencer, não apenas porque é contra o Paysandu, mas pelo restante da temporada. Precisamos conquistar um turno para garantirmos a nossa sobrevivência na temporada", reflete o "interplanetário", que já ensaiou a comemoração do tão falado gol "OAB". "Quero comemorar junto com a torcida azulina a minha aprovação na Ordem dos Advogados do Brasil. Se isso acontecer, significará muito para mim", adianta o atacante, principal aposta ofensiva dos remistas para o clássico.
Magnum é uma grande opção no banco
Diário do Pará - 28/01/2012

São 709 Re-Pas. É muita rivalidade em um dos clássicos mais disputados do mundo. Por isso mesmo, é bom colar em quem sabe o que faz com a bola nos pés. "Na primeira parte do treinamento, a gente viu que tava todo mundo meio que 'Ah, eu não sei o que vou fazer'. Quando eu entrei, tive que dar uns gritos com pessoal, porque estavam meio desligados", narra
Magnum.
O meia demonstra que sabe o valor de um clássico. "É um jogo que envolve muita gente, não só no Pará, mas no Brasil todo. Tem muitos torcedores que moram fora de Belém e até fora do país. O pessoal tem que entender: não é só aqui, dentro de campo, no treinamento. É um jogo que todo ano as pessoas esperam e o jogador tem que estar ligado para isso", ensina o meia. "Se entrar 30, 40, 50 mil pessoas ou uma, o jogador vai ter que mostrar o mesmo valor", ensina.
Opção quase certa para o segundo tempo no jogo de domingo,
Magnum até tem vontade de entrar longo de cara, mas... "Meu corpo permite até 120 minutos, só que minha cabeça é quem comanda. Ainda não estou preparado para isso", assegura.
Novato ganha chance no coletivo
O Liberal - 28/01/2012

"Boa, garoto!". Foram com essas palavras, proferidas para o lateral-esquerdo
Alex Ruan, que o técnico
Sinomar Naves encerrou o coletivo de ontem. Mesmo não admitindo que já tenha escolhido o substituto para a vaga de
Panda, o treinador iniciou com o prata da casa entre os titulares - sacou o jovem na segunda etapa da atividade.
A atitude foi no mínimo enigmática, já que Naves não o utilizou sequer no banco de suplentes nos jogos anteriores. Seria uma incoerência um jogador que não possui partidas oficiais pelo clube estrear justo no clássico Rei da Amazônia. Mesmo assim,
Alex Ruan se mostra animado com a possibilidade. No coletivo, foi um dos que mais se destacaram, com direito a cruzamentos na medida para os atacantes e bons desarmes.
Com 18 anos, aparência de 16 e aparelho nos dentes, o atleta, apesar de ainda não ter assinado uma súmula oficial, garante estar pronto para o desafio. "Quero muito jogar e estou pronto, se o treinador optar por mim. Esse papo de idade não cola, olha o
Neymar, com 18 já fazia estragos (risos)", afirma o jogador, ainda tímido perante os microfones e gravadores.
O jogador teve dois bons momentos do clube até aqui: no início da era Sinomar, em agosto de 2011, o ala jogou vários amistosos pelo interior como titular e recebeu vários elogios da comissão técnica e imprensa, além da atuação acima da média com o Leãozinho na Copa São Paulo de Futebol Júnior, quando foi o capitão do time na competição.
O garoto garante que não irá tremer perante o público do Mangueirão. "O que importa é dentro de campo. Venho me preparando para uma oportunidade há bastante tempo. Se o time precisa de mim agora, acho que posso ajudar", diz o lateral remista, que disputa a vaga com o experiente
Aldivan.
Alex Ruan admite nervosismo
Diário do Pará - 28/01/2012

A possibilidade existe: o garoto
Alex Ruan, de 19 anos, cria das categorias de base do Clube do Remo, pode fazer a sua estreia em jogos oficiais pelo profissional com um Re-Pa logo de cara - Alex chegou a jogar alguns amistosos pelo interior no ano passado.
O titular na lateral-esquerda,
Panda, está suspenso. Para a posição, o técnico
Sinomar Naves só tem duas opções:
Alex Ruan ou
Aldivan. "O Alex pode começar, sim, jogando", garante Sinomar. O desafio deixa o garoto ansioso. "Até agora, nos treinos, tá tranquilo, mas antes do jogo, eu sei que vai dar um friozinho na barriga", conta.
Caso a escalação de Alex seja confirmada domingo, dois atletas da base farão parte do time titular:
Betinho seria o segundo. "Os garotos das categorias de base estão aí e sempre dissemos que poderíamos usá-los a qualquer momento", assegura
Sinomar Naves. Entretanto, torcedores e parte da imprensa não acreditam que o garoto irá jogar, pois acreditam ser uma responsabilidade que pode queimá-lo. Além disso, o fato de o jogador nem mesmo estar sendo relacionado é outro ponto que derruba Alex.
Desde os 13 anos na base do Remo,
Alex Ruan, porém, confia no seu taco. Ele foi um dos jogadores mais elogiados da equipe do Remo que esteve na Copa São Paulo. "A gente fez boas apresentações em São Paulo. O treinador já tinha confiança e ela só fez aumentar. Chegou minha hora", confia.
Sexta-feira, Janeiro 27, 2012
Excesso de opções agrada Sinomar
Diário do Pará - 27/01/2012
Aldivan ou
Alex Ruan na esquerda,
Rodrigo Ayres recuado para o meio?
Aldivan ou
Alex Ruan na esquerda,
Cassiano ou
Aldivan no meio? São tantas combinações para a formação do time que jogará o clássico Re-Pa que o técnico
Sinomar Naves prefere esperar os treinos para tomar a sua decisão. "Temos até sábado para decidir quem vai se adaptar melhor as condições do jogo. Vamos esperar os treinos para decidirmos a formação", afirmou o treinador em coletiva de imprensa ontem (26/01), após o treino tático realizado no Baenão.
Além dessas opções, o comandante do Leão ainda conta com a volta do atacante
Joãozinho, que cumpriu suspensão pelo terceiro cartão amarelo no último jogo contra o Cametá. Em meio a tantas dúvidas, uma coisa é certa: o meia
Magnum ainda será reserva. "O
Magnum é uma opção para o segundo tempo", confirmou Sinomar. "Nós estamos preparando ele não para um jogo, mas sim para o campeonato", justificando a escolha referindo-se às condição físicas de
Magnum, que ainda não estão 100%. No treino de ontem, por sinal, o jogador sentiu até um desconforto muscular.
Com
Magnum descartado para começar o jogando, a opção mais coerente, ao gosto do técnico Sinomar, tende a ser o atacante
Rodrigo Ayres no meio, ocupando a vaga de
Aldivan, que por sua vez, iria para a lateral-esquerda, na vaga de
Panda. Caso Sinomar opte por essa formação, Ayres se diz sossegado, por já ter atuado como quarto homem do meio de campo. "Ainda não conversamos, vamos esperar. Mas já joguei como meia e estou traquilo para o clássico", garante. O garoto
Alex Ruan parece mesmo correr por fora. Apesar de ter feito uma boa apresentação na Copa São Paulo desse ano, não vem sendo relacionado nem para o banco nas últimas partidas. Mas já que a palavra do treinador é a que vale, esperaremos os próximos capítulos.
Leão tem duas dúvidas na escalação
O Liberal - 27/01/2012

Ontem pela manhã, a Secretária de Esporte e Lazer (Seel) aceitou o pedido da comissão técnica do Clube do Remo e liberou o Mangueirão, palco do Re-Pa de domingo, para os treinamentos de
Sinomar Naves e seus comandados. Na oportunidade - hoje, às 09h -, o técnico azulino comandará o treino coletivo que definirá a onzena titular para o clássico. Naves tem duas dúvidas para tratar logo mais: na lateral-esquerda e no meio de campo. Com a suspensão do ala
Panda, que levou o terceiro cartão amarelo na partida contra o Cametá,
Aldivan e
Alex Ruan disputam a vaga no lado esquerdo remista.
O problema é que o prata-da-casa
Alex Ruan sequer vem sendo relacionado para o banco de reservas, fato que comprova a desconfiança do treinador em seu futebol, mesmo ele tendo feito boas partidas tanto nos amistosos pelo interior como na Copa São Paulo de Futebol Júnior. Dessa forma,
Aldivan herdaria a vaga, já que possui ampla experiência em clássicos. A alteração deixaria uma vaga pendente na meio-campo, já que
Aldivan vem sendo titular nas últimas partidas. A opção natural de Naves seria pelo meia
Cassiano -
Magnum, meio-campista no qual a torcida deposita grandes expectativas, ainda está sem ritmo de jogo e preparo físico. Assim, ele entrará no decorrer do jogo.
Magnum atuou bem na última partida - quando foi acionado no segundo tempo - e pode ser o substituto natural da vaga. Outra possibilidade seria a entrada de
Joãozinho, que vinha bem nas últimas partidas e cumpriu suspensão contra o Cametá, voltar a fazer dupla com o "interplanetário"
Marciano, recuando o atacante
Rodrigo Ayres para o meio de campo.
Para Ayres, a função é uma de suas especialidades e não vê problemas em trocar momentaneamente de posição. "Joguei de meia em vários clubes, como o Atlético (GO), o Cene (MT), mas isso faz tempo já. O importante é ele (Sinomar) saber que eu posso ajudar o time seja onde ele quiser que eu fique em campo. Tenho facilidade para deixar meus companheiros na cara do gol, pois comecei jogando como meia nas categorias de base", afirma o atleta, que vinha sendo bastante criticado pela torcida e pela mídia por não estar conseguindo um rendimento aceitável para um jogador de sua posição.
Em vez de ficar chateado ou discordar das opiniões negativas sobre seu início ruim - até marcar o gol de empate em 2 a 2 contra o Cametá, nos minutos finais da partida -, o jogador preferiu responder da maneira antiga e já vislumbra sua participação no clássico. "Claro que o gol muda a vida de um atacante. Atacante vive de gols, e espero continuar marcando, não parar por aqui. Esse será meu primeiro clássico, mas sei como é essa pressão, pois vivi isso em outros clubes. O jogador deve estar muito bem para não cometer erros, pois qualquer vacilo pode ser fatal", avalia
Rodrigo Ayres, que tem a confiança do técnico
Sinomar Naves em seu futebol - foi escalado como titular nas partidas mesmo debaixo de críticas.
Fora as duas mudanças, o grupo encontra-se focado para a primeira decisão do ano, que poderá definir muitas coisas - para o bem ou para o mal - no Baenão. Três atletas estão pendurados no Remo:
Diego Barros,
Pedro Balu e
Felipe Baiano, que estão com dois cartões amarelos. O meia
Magnum, que chegou a pouco mais de duas semanas no Leão, havia aumentado consideravelmente sua carga de exercícios diários - treinava em três períodos - visando sua estreia, no jogo fora de casa contra o Cametá. Ontem, o Departamento Médico do clube decidiu frear um pouco o ritmo do meia azulino e estipulou um trabalho de fisioterapia, objetivando deixar o jogador prontinho para o Re-Pa.
Hora de escutar os experientes
Diário do Pará - 27/01/2012

No atual time titular do Clube do Remo, apenas três jogadores já atuaram em Re-Pa: além de
Diego Barros, o meia
Aldivan e o atacante
Marciano já sentiram o gostinho de atuar no choque rei. Portanto, oito jogadores vão jogar o clássico mais disputado do Brasil pela primeira vez. É caso do atacante
Rodrigo Ayres. Herói do último jogo, quando marcou o gol do empate em 2 a 2 com o Independente no final da partida, Ayres garante que a ansiedade está controlada.
"Nunca joguei Re-Pa, mas eu sei como é jogar clássico, já joguei vários clássicos pelo Brasil e (os times) ficam todos iguais, não importa a colocação. Mas não tem problema não", assegura. Mesmo assim, é melhor contar com o conselho dos mais velhos. "A gente vem conversando desde que acabou o jogo contra o Cametá da importância que é o clássico, da dimensão que ele é", explica o capitão
Diego Barros.
Segundo, o zagueiro, nessas horas, cada um procura descobrir a história do jogo da sua maneira. "Quem não viveu o Re-Pa, procura na internet, vê nos jornais, na televisão. O espaço que cada meio dá, dará para mostrar a história do clássico". Palavras de quem conhece bem peso de um Remo e Paysandu: "A equipe que vencer, com certeza, terá uma semana bastante tranquila", garante.
Torcedores remistas estão empolgados
O Liberal - 27/01/2012

Mesmo não estando sequer classificado no momento para qualquer série do Campeonato Brasileiro, o torcedor do Clube do Remo promete mais uma vez fazer a sua parte e ajudar sua equipe no Clássico Rei da Amazônia, neste domingo, no Mangueirão. Ontem, os ingressos começaram a ser vendidos nas bilheterias do Baenão, ao preço de
R$ 20 arquibancada e
R$ 50 a cadeira - a meia-entrada será vendida apenas na manhã de sábado.
Para os sócio-torcedores do programa "Nação Azul" que estiverem em dia com suas mensalidades devem se dirigir à sede do clube na Avenida Nazaré. A procura foi baixa, pois a veiculação desses ingressos estava marcada para hoje, pegando de surpresa os torcedores desavisados que "por acaso" descobriram a venda de ingressos. "Estava passando por aqui (Baenão) com meu filho e vi a aglomeração nas bilheterias. Resolvi logo adquirir meu ingresso para mais uma vitória do meu Leão", disse o torcedor Aníbal Figueiredo Neto, que na oportunidade adquiriu duas cadeiras. A expectativa do torcedor é lotar não apenas a sua parte no Mangueirão, mas também a do rival. "Vamos (torcida remista) gritar 'arreda' no estádio, pois do lado deles não vai ninguém e no nosso vai transbordar. A renda nem deveria ser dividida", acredita Neto.
Pela manhã, os jogadores realizaram uma leve movimentação no gramado do Antônio Baena programado pelo preparado físico
Carlos Rocca, visando a recuperação física dos atletas, após quatro partidas intercaladas em apenas duas semanas, devido ao calendário extenuante do Parazão.